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Rossana Fischer
  Abril 26, 2005

REVISTA DA MÚSICA POPULAR, numero 1, outubro 1954.

3- Editorial
4-5-6- ¿O enterro de Sinhô¿, por Manuel Bandeira.
7- ¿Discotéca Popular¿, seção não assinada.
8-9-10- ¿Ary Barroso, define para o leitor seus gostos e suas idéias¿, por Paulo M.Campos.
11-12- ¿Noel Rosa, poeta e cronista¿, por Rubem Braga.
13- ¿Espírito de Imitação¿, artigo por Cláudio Murilo.
14-15- ¿A pretexto de Violão Elétrico¿, artigo e ilustração de Emmanuel Vão Gôgo.
16-17- ¿O café do compadre¿, artigo de Evaldo Rui.
18-19- ¿Araci de Almeida responde, 15 perguntas¿, feitas por Lúcio Rangel.
20-21-22- ¿Música dentro da noite¿, seção feita por Fernando Lobo.
23- ¿A noite da Velha Guarda¿, reportagem não assinada.
24-25-26- ¿Um tipo da música popular¿, por Pérsio de Moraes.
27- ¿Antologia da música brasileira¿, notícia não assinada.
28-29-30-31- ¿O rádio em 30 dias¿, seção assinada por Nestor de Holanda.
32-33-34- ¿Um disco¿, artigo assinado por Sergio Porto.
35-¿Estes são raros¿, seção enfocando discos raros, não assinada.
36-37- ¿Discos do Mês¿, seção fixa assinada por S.P
38-39-40- ¿Jazz¿ , seção sob a direção de José Sanz.
41-¿Um disco por mês¿, seção fixa não assinada.
42-43-44-45- ¿O jazz e a cultura dos negros¿, artigo por Nestor R.Ortiz Oderigo.
46-47-48-49- ¿Discografia selecionada de Jazz tradicional¿, por Jorge Guinle.
50-¿Notas de jazz¿, seção fixa , não assinada

REVISTA DA MÚSICA POPULAR , numero 2, novembro 1954.

1-¿Editorial¿.
2-3- ¿Vassouras Elétricas¿, artigo por Almirante.
4-5- ¿Manézinho trocará o disco pelo prato¿, pings de Stanislaw Ponte Preta e pongs de Manézinho Araújo.
6-7-8- ¿Três figuras do samba¿, reprodução de parte do livro Samba, de Orestes Barbosa.
9- ¿Sete notas musicais¿, artigo e ilustração de Emmanuel Vão Gôgo.
10-11- ¿Sambistas¿, artigo de Manuel Bandeira.
12-13- ¿O rádio em 30 dias¿, seção fixa por Nestor de Holanda.
14- ¿Vamos tocar bem alto¿, artigo de Cláudio Murilo.
15- ¿Estes são raros¿, seção fixa, sem assinatura.
16-17-18-19-20- ¿A indumentária sagrada no candomblé da Bahia¿, texto e ilustrações de Martin Gonçalves.
21- ¿Música popular no Clube da Crítica¿, nota sem assinatura.
22-23- ¿Um tipo da Música Popular¿, artigo de Pérsio de Moraes.
24-25- ¿Aracy: 23 anos de música popular¿, homenagem a cantora.
26-27- ¿ Discos do mês¿, notas de Lucio Rangel.
28-29- ¿Música dentro da noite¿, textos e ilustrações de Fernando Lobo.
30- ¿Escreve o leitor¿, seção do leitor.
31- ¿Noticiário¿
32-33- ¿Evaldo Ruy¿, artigo não assinado.
34-35- ¿Notas sobre jazz¿, seção por José Sanz.
36-37-38- ¿O jazz de New Orleans¿, por Marcelo F.de Miranda.
39- ¿Um disco por mês¿, seção não assinada.
40-41-42-43- ¿Rock, Chuck , Rock¿, artigo por Arna Bontemps
44-45-46- ¿Discografia selecionada de Jazz tradicional- 2¿, por Jorge Guinle.
47- ¿Birdland¿, nota sobre jazz, não assinada.
48- ¿Como a imprensa ao aparecimento da Revista da Música Popular¿, registro.


REVISTA DA MÚSICA POPULAR, numero 3, dezembro 1954.

1-¿Editorial¿
2-3-4-32-33¿Ernesto Nazaré¿, reprodução de conferencia de Mário de Andrade, de 1926.
5- ¿Nono:oração de corpo presente¿, artigo de Ary Barroso.
6-7-8- ¿Três bahianos na vida de Carmen Miranda¿, artigo de Armando Pacheco.
9-¿ Escreve o leitor¿, seção do leitor.
10-11-¿Batalha no Largo do Machado¿, crônica de Rubem Braga, ilust. Santa Rosa.
12-13- ¿Discos do mês¿, seção por Lúcio Rangel.
14-15- ¿ Noel Rosa, o cantor mais expressivo da música popular brasileira¿, por Jota Efegê.
16-17-18- ¿Discografia completa de Francisco Alves¿, por Silvio Túlio Cardoso.
19- ¿Estes são raros¿, seção não assinada.
20-21-22- ¿História social da música popular carioca: o alvorecer da música do povo carioca¿, por Mariza Lira¿.
23- ¿Antologia da música brasileira¿, notas, por José Sanz
24-25- ¿Música dentro da noite¿, seção pó Fernando Lobo, ilustrações também dele.
26-27- ¿Um tipo da música popular:o inquilino da calçada¿, por Pérsio de Moraes.
28-29- ¿O rádio em 30 dias¿, seção de Nestor de Holanda.
30-31- ¿Este Rio moleque é um show¿, noticiário não assinado.
34-35- ¿Jazz, temas do folklore afronorteamericano¿, por José Sanz.
36-37-38- ¿Lead Belly, arquivo humano do cancioneiro afronorteamericano¿, por Nestor R.Ortiz Oderigo.
39-anúcio.
40-41-42- ¿O jazz de New Orleans 2¿, por Marcelo F. de Miranda.
43-35- ¿Um disco por mês¿, seção não assinada.
44-45-46-47- ¿Os fatores essenciais da música de jazz¿, por Jorge Guinle.
49- ¿Como a imprensa se referiu ao aparecimento da Revista da Música Popular¿, registro.


REVISTA DA MÚSICA POPULAR, numero 4, janeiro 1955

1- ¿Editorial¿
2-3-4- ¿Dorival Caymmi fala sobre pintura, literatura e música¿, por Paulo Mendes Campos.
5- ¿ Sete notas musicais¿, texto e desenhos de Emmanuel Vão gôgo.
6-7-¿Sobrevivência portuguesa¿, por Luis Cosme.
8-9- ¿Quando Chico Alves era turfista¿, por Haroldo Costa.
10-11-12- ¿ História social da música carioca: Nossos primeiros trovadores¿, Mariza Lira.
13- ¿Estes são raros...¿, seção não assinada.
14-15- ¿Um tipo da música popular: Laurindo¿, por Pérsio de Moraes.
16-17- ¿Discos do Mês¿, notas de Lucio Rangel.
18-19- ¿Recordando Minona Carneiro¿, por Jarbas Mello.
20-21- ¿Música dentro da noite¿, texto e ilustração de Fernando Lobo.
22-23-24- ¿A Escola de samba da Portela¿, por Cláudio Murilo.
24-¿Sobre a R.M.P¿ por Fauck Savi, registro.
25- ¿Noticiário¿.
26-27-28- ¿Discografia completa de Francisco Alves 2¿ , por Silvio Túlio Cardoso.
29-30-31-32- ¿Vicente Celestino, cantor e canastrão¿, por José Guilherme Mendes.
33- ¿Estou muito satisfeita Madama¿, crônica por Bororó.
34-35- ¿O rádio em 30 dias¿, por Nestor de Holanda.
36-37-38- ¿Dictionnaire du jazz¿, por José Sanz.
39-¿Um disco por mês¿, seção de jazz não assinada
40-41- ¿Retrato de Fats Waller¿, por Santa Rosa.
42-43-44- ¿King Oliver e a Creole Jazz Band¿, por Frederic Ransey jr.
45- ¿Notas de jazz¿, coluna não assinada.
46-47 ¿Zutty escolhe¿, noticiário não assinado.
48- ¿Escreve o leitor¿, coluna do leitor.


por JoãoAntônioBührer às 11:11 PM 11:11 PM


Abril 5, 2005

TESTES DO GRAFOLALIA
Vamos ver se a galera entende mesmo de MPB. Alem de entender eve ser um bom fisionomista, pois terá que identificar pessoas no tempo, há quase 40 anos. Ñão é muito fácil não. As poucas informações que dou são as seguintes. Trata-se de uma foto reproduzida na contracapa de um lp da década de 60. Quem descobrir ganhará um livro de presente, que irá pelo correio, sem nenhuma despesa. Quem morar fora do Brasil, como é o caso da Sheila, receberá também pelo correio Via Terrestre ou por Água (risos), portanto deverá demorar umas 40 semanas.
por JoãoAntônioBührer às 7:39 AM 7:39 AM


Abril 4, 2005

ABRAÇAO A MEU XARÁ JOÃO ANTÕNIO


Giordano.
Acabo de receber "Cartas aos amigos Caio Porfirio Carneiro e Fábio Lucas", por João Antônio, meu xará. Agradeço muito por mais esta bela edição de sua oficina. Eu gosto muito do João, não só por ser meu xará, mas pela prosa SUA prosa urgente .Parece que sabia que iria tão cedo.O curioso é que eu gosto mais ainda é de seu texto jornalistico, que frequentemente se utilizou do new journalism(jornalismo com técnicas literárias à la Truman Capote), seja em revistas como Realidade ou na Imprensa Nanica, onde ajudou a cunhar a expressão. Colecionei dezenas de reportagens dele, pra um dia editar talvez em livro. Acho que são pertinentes e necessárias. Uma boa editora seria a Boitempo. Uma vez encontrei aí na tua Oficina com alguns editores desta editora, eles tinham ido levar alguns livros que estavam prontos, talvez da edição da Mil e uma noites, e até falei pra eles deste meu projeto.Eu acho que precisa se antologizar em livros reportagens literárias, do tipo do João, do Roberto freire e outros jornalistas que atuaram aqui nos anos 60/70. É um material precioso e que não ficou circunscrito apenas a temporalidade das noticias, estas reportagens sobreviveram .
Uma vez me encontrei com o João Antonio aqui em Campinas, ele estava dando uma palestra no colégio Culto à Ciencia. Lá pelas tantas, falando da vida e da literatura, disse que se descobre que o sujeito tem ou não muitos anos de vida olhando nos seus olhos. Se eles se mostrarem ágeis e brilhantes significa que terá muitos anos de vida.Ao contrário, se mostrarem opacos e meio apagados é porque está perto seu fim. Depois da palestra, estava lançando "Abraçado ao meu rancor", fui pegar autógrafo e olhei bem nos olhos dele. Percebi que não estavam tão bons assim. E dito e feito, poucos anos depois se foi.
Sou um bom leitor do João, e com estas cartas a gente fecha o circulo.Corrobora a impressão que sempre tive dele e de sua literatura. Tudo era urgente. Vivia na corda-bamba.Alem da luta pela sobrevivencia, tal como seus personagens, ainda havia a luta pelas liberdades. Outro belo livro que nos apresenta. O ~João sempre foi colocado de lado. Sua morte é ainda recente e ninguém lembra mais dele.Teremos que esperar uma data redonda, centenário dele pra se voltar a falar dele.A sorte é que você despreza estas efemérides e faz livros ao sabor da precisão.Tens razão, fazer livros é um trabalho sem fim. É a verdadeira epigrafe, ou lema, de sua OFICINA.
ABRAÇÃO
jOÃO ANTONIO BUHRER DE ALMEIDA
(Escrevi esta carta ao editor Cláudio Giordano, acusando recebimento do livro de correspondências de João Antônio, pela Editora Oficina do Livro/Atelier Editorial.Agora
mostro um trecho de uma das missivas)

Copacabana, 16 de maio de 1975.
Tudo bem e nada presta, camarada. ¿Se o mundo fosse bom, o dono morava nele¿.
Muito lhe agradeço a badalação sobre MALAGUETA, PERUS E BACANAÇO e seus irmãos que vêm por aí. Grato também pela remessa de recortes , prova de sua amizade e dedicação. A imprensa continua, em sua empeloteada forma de noticiar as coisas, misturando alhos, bugalhos penduricalhos. Qualquer dias desse vão dizer que o autor de MALAGUETA é Maurice Capovilla e /ou Gianfrancesco Guarnieri e que o João Antônio escreveu MEMÓRIAS DE UM SARGENTO DE MILÍCIAS. Tudo bem, no entanto.Tudo luso-afro-judáico-tipiniquim. Viva o país da Bruzundangas, que desbunda qualquer logística, é abençoado por Deus e pelo Capeta!
por JoãoAntônioBührer às 9:47 AM 9:47 AM